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Sucesso de novela embala aulas e treinos nas academias de Marília

quarta-feira, 6 de junho de 2012


Mãos para cima, cintura solta, dê meia volta, mexa a cabeça, sacuda duro”. A coreografia, ensinada em “Vem Dançar Kuduro”, tema de abertura da novela “Avenida Brasil” (Globo), chegou às academias.

Com o sucesso da música, grandes redes da capital paulista já inserem o ritmo africano, nascido em Angola, em suas aulas de dança. Em Marília acontece o mesmo. Na Academia Polysport, o professor de educação física, Caio Torrentino Prosperi, 27, aderiu ao movimento para aula de spinning. “Sempre colocamos músicas mais alegres, dançantes para melhorar o treinamento. Música agradável ajuda na atividade física.”

Caio Prosperi adequou o gestual para a bicicleta, “às vezes é chato só pedalar, o movimento é muito repetitivo, pegamos as músicas que estão nas rádios, adaptamos e fazemos um remix para a ginástica, as coreografias, assim fica mais completo. Trabalhamos a parte física e a mente”, conclui. Outra música adaptada por Caio é “Eu Quero Tchu, Eu Quero Tcha” da dupla João Lucas e Marcelo.

“Depois que passou a tocar na abertura da novela, tenho de colocar kuduro em toda aula. Se não tiver no programa, preciso dar um jeito de encaixá-lo”, conta a professora da Bio Ritmo Mônica Valladão, de São Paulo.

Por ser agitado e intenso, o kuduro tem um “apelo natural” entre os alunos. Audrey Angotti, professora da Cia Athletica, usa a versão brasileira da música “Dança Kuduro” como estratégia para manter o gás da turma. “Por ser um ritmo quente, mantém as pessoas conectadas à aula”, diz.

A versão do kuduro ensinado nas academias é mais “soft” do que a dançada pelos angolanos. O abre e fecha frenético dos joelhos, que faz parte do DNA da dança na África, não é usado na coreografia das aulas.

“Dançar kuduro é difícil, um conjunto de movimentos bem particulares”, explica o coreógrafo Dudu Neves, que fez a abertura da novela.

Durante a aula, mantém-se os passos curtos dados com os calcanhares fora do chão, os movimentos dos braços e os giros. “Fazemos passos mais básicos, para que todos acompanhem”, diz Juliano Maestro, da academia Italy, no ABC paulista.

 Praticantes aprovam músicas do momento

 Para a professora de educação física, Wilma da Silva Gonçales, 56, praticar spinning ao som de músicas como “Vem Dançar Kuduro” é uma oportunidade de utilizar músicas atuais para disseminar a cultura da dança. Ela diz que a novela “Avenida Brasil” leva este conhecimento aos lares e na academia é uma ferramenta criativa. O ritmo vai de acordo com o grupo.

A fisioterapeuta Simara Benteo Gonzaga, 29, destaca a animação gerada para a prática do spinning. “A gente fica mais disposta, é uma aula esportiva. Todo mundo vê a novela e dá mais ânimo”. Duas vezes por semana ela também leva a filha Íris, 8, para o treino. Para a garota com estas músicas tudo fica mais divertido.

Cristiane Coelho, 24, dona de casa, vai a academia diariamente, mas duas vezes na semana também leva a filha Lívia, 8. Juntas se agitam ao som de “kuduro” e “Eu que Tchu…”, entre outras músicas. “A aula fica ótima, mais animada. Nós sugerimos algumas coisas para o professor para variações”, diz ela.

Na mesma turma de spinning, o representante comercial, César Elias, 53, se delicia ao som destas “novidades”. “É uma delícia, a gente nem sente o cansaço. Vamos acompanhando as músicas da moda. O condicionamento físico é importante e a pedalagem dá mais preparo. O ser humano precisa envelhecer com qualidade”, afirma.

 Música afeta desempenho no treino, aponta estudo

Quem deseja otimizar o treino não precisa apenas investir em roupas mais leves e tênis adequados. A playlist que você escuta enquanto malha, corre ou caminha afeta, e muito, seu desempenho. Portanto, ela deve ser montada levando em consideração qual exercício você realizará e o bpm (batimento por minuto) de cada canção. É o que aponta o estudo de Marcelo Bigliassi, publicado na Revista Brasileira de Psicologia do Esporte.

Mas para montar uma listagem com músicas adequadas para a atividade é preciso selecionar as canções levando em consideração o gosto pessoal e o quanto a canção é motivadora. “A pessoa deve escolher uma música que ela se sinta confortável ouvindo e, caso ela não tenha como medir o bpm e avaliar se é uma boa escolha, o ideal é que ela tenha pelo menos o batimento próximo da sequência de passadas que ela dá”, recomenda Bigliassi.

Não existe nenhum estilo musical proibido para se ouvir durante os treinos. Bigliassi indica acrescentar na listagem músicas que lembrem alguma recordação boa e revigorante. “É uma música que assim que começa a tocar estimula e dá um gás para que a pessoa continue fazendo a atividade”, determina.

Ouvir música durante a prática de atividades é recomendado com base em estudos de processamento paralelo. “À medida que a pessoa faz um exercício ela foca mais no que escuta do que nas pequenas dores e no cansaço que a atividade traz”, revela.

Medir o bpm

Diversos aplicativos podem ser baixados na internet para identificar qual o batimento por minuto de uma canção, mas ainda assim mostrar a lista ao professor de Educação Física é uma das melhores opções. “A pessoa deve procurar um profissional com conhecimento para se certificar se as músicas escolhidas são adequadas ao treino que ele realiza”, destaca ele.

Uma música ideal para uma corrida de maior intensidade deve ter, em média, uma variação de 120 a 145 bpm. Já uma caminhada moderada, entre 115 e 125, enquanto uma caminhada leve deve ter até 100 bpm.

Fonte: Diário de Marília



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Esta notícia foi publicada em quarta-feira, 6 de junho de 2012 a 9:13 na categoria Notícias Marília.



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