Hemocentro de Marília segue em estado de alerta
segunda-feira, 4 de junho de 2012Diante dos diversos apelos feitos pelo Hemocentro, através da imprensa, de cartas e telefones, a população tem se mobilizado nas doações de sangue. Entretanto, ajuda ainda é pequena e a unidade continua em estado de atenção.
É o que fala o assistente social, Rafael José da Silva. Segundo ele, o frio é uma das justificativas para a baixa adesão. “Recebemos na semana retrasada doações dos alunos da polícia militar, e temos notado que a pessoa que não tem o hábito de doar vem até a unidade para ajudar, mas ainda precisamos de mais doações para manter o estoque dentro do necessário para cada tipo sanguíneo”, fala.
Os tipos mais incomuns são os que mais estão abaixo do ideal, de acordo com o assistente social, como é o caso do O negativo, que deveria ter em torno de 30 bolsas e tem apenas 18. O tipo O positivo que deveria ter uma média de 180, tem apenas 127. “Na semana passada chegou a 150, mas logo já caiu”, revela.
Segundo o assistente, o Hemocentro tem um fluxo grande de envio de bolsas aos hospitais, o que explica a necessidade de manter estoque sempre acima da média.
O tipo A negativo tem 19 bolsas, enquanto o ideal é 30. O B positivo soma 75, cinco a menos que o ideal de 80. O B negativo que necessita de 10, tem apenas três. O AB positivo que deveria ter 30 tem apenas 19. O AB negativo que deveria ter 8, tem somente uma bolsa.
Rafael faz novamente um apelo pedindo para que população se sensibilize e ajude ainda mais. “O Hemocentro está trabalhando com horário estendido exatamente para conseguir melhorar a situação do estoque”.
Fonte: Diário de Marília


